Coisas de Cabeceira
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Pai ignorado*
PAI IGNORADO (Um poema de ocasião. Ou como dizia Goethe: toda minha poesia foi de ocasião…) Eu não acompanhei o enterro Do pai que nunca conheci. De minha carne, não erro: não era nariz do morto que vi. Albert Camus enterrou… Continue reading
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Coisas de Cabeceira, Recife & Sevilha: Tecendo a Manhã
Coisas de Cabeceira: Recife Diversas coisas se alinham na memória numa prateleira com o rótulo: Recife. Coisas como de cabeceira da memória. a um tempo coisas e no próprio índice; e pois que em índice: densas, recortadas, bem legíveis, em… Continue reading


