Charme e humour no ensaio


Eis-nos, leitores, diante de um ensaísta de charme, para usara expressão de Alexandre Soares Silva na apresentação deste “Saudades dos cigarros que nunca fumarei”.

Nele, Gustavo Nogy reabilita uma escrita que prova que “nem tudo precisa ser grave na vida”, dando razões para se rir e pensar a um só tempo. Tento nesta crônica provar que Nogy é digno do título de “ensaísta de charme”, que lhe atribuiu Alexandre Soares Silva na apresentação do livro.

É preciso que se defina bem a compreensão e caracterização feita pelo Alexandre. A minha predileção para a adaptação do francesismo é mesmo a ideia de encanto que algo ou alguém desperta, graça que seduz. Neste sentido, o leitor verá que esta ideia resta demonstrada, ao final da leitura.

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