Sibila


Sibila.

Mukandas do Nelsinho

Hoje é sexta, na iminência de entrarmos na derradeira semana de março, do derradeiro ano desta década. Aflorou-me a lembrança de que os que eram bebês no momento do inferno do WTC, estão entrando ou até já entraram na universidade, sendo esse e outros eventos do início do milênio, para esses jovens, nada além de histórias escritas na História. É claro que eu realizo estar a fazer chover no molhado, mas apeteceu-me falar porque comprei um livro escrito e publicado em 1953 e de repente me senti, de forma ultrarrealista, ao tempo da publicação com os meus nove anos num daqueles dias mais comuns, saindo para a minha escola carregando a bolsa com a lousa, as penas de ardósia, os lápis e demais itens. Parece que foi hoje de manhã!…

O livro, que comprei no Sebo, ou, em bom lusitano, no Alfarrabista, é “A Sibila” de Agustina Bessa-Luis, que procurei…

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