Da série “Post Ligeiros” (XXI)

Caríssimos,

A Campanha Kickante – Literatura Goyaz: Uma Antologia (2015) precisa de seu apoio e do apoio do Mecenas que mora ao lado. Clique na figura do mecenas original para saber mais.
Mecenato

A JORGE DE LIMA* por Murilo Mendes

POEMA FALADO por mim em SoundCloud.

Jorge de Lima+CapaVol1ObraCompleta

A JORGE DE LIMA (por Murilo Mendes)
INVENTOR, teu próprio mito, Jorge, ordenas,
e este reino de fera e sombra,
Herdeiro de Orfeu, acrescentas a lira.

À mesa te sentaste com os cimeiros
Dante, Luís de Góngora, o Lusíada,
e Lautréamont, jovem sol negro
que inaugura nosso tempo.

O roteiro traçando, usaste os mares.
A ilha tocas, e breve, a configuras:
ilha da realidade subjetiva
onde a infância e o universo do mal
abraçam-se, perdoados.
Tudo o que é do homem e terra te confina.

Inventor de novo corte e ritmo,
sopras o poema de mil braços
fundas a realidade.
Fundas a energia.
Com a palavra gustativa.
A carga espiritual
e o signo plástico
nomeias todo ente.

Oh frêmito e movimento do teu verso
mantido pela forte e larga envergadura.
Força da imagem que provoca a vida
e, respirando, manifesta
o mal do nosso tempo, em sangue exposto.

Aboliste as fronteiras da aparência:
no teu livro de espanto se conjugam
sono e vigília,
vida e morte,
sonho e ação.

Nutres a natureza que te nutre,
mesmo as bacantes que te exaurem o peito.
Aplaca tua lira a pedra, a angústia:
cantando clarificas
a substância de argila e estilhaços divinos
que mal somos.
+++++
Poema publicado em “Letras & Artes”, suplemento do jornal A Manhã, Rio de Janeiro, 24 de agosto 1952.

ENSAIO-Limite (1)

IMPRESSIONANTE como em minhas leituras tenho um velho hábito de pensar em círculos.

E desses círculos, saio sempre nutrido mas com uma certa fadiga.
Se e quando a leitura me agrada (em tanto e tal extensão) penso em esparramar o amor ao texto (livro, artigo) lido; mas aprendi que para refletir sobre o que se lê, é preciso tempo e um projeto contínuo de leitura e reflexão.
Duro é quando o ciclo (ou círculo) passa e a reflexão objetiva e lógica parece não vir…

O grande segredo da ação bem sucedida é o seu limite.” – ensina-me o pensador Olavo de Carvalho.

 

POIS BEM, EIS PORQUE TAIS FASES precisam ser emolduradas em seus próprios limites. Em minhas leituras foram tantas as fases quantas idades. Ventos diversos me levaram (e continuam me levando) a uma espécie de ‘rincão’, um “terrain”, donde colho algumas boas uvas e parece necessário um certo tempo para que essas se acomodem até se transformar em suco ou vinho e possa passá-las a uma garrafa e transportá-las, já consumíveis, por algum leitor ávido do fruto da videira do leitor, o outro. Busco o segredo e o limite, esperando…

LEMBRO-ME com alegria de fases de leituras antigas e essas se vão, como a água do João Leite, pois que nunca hei de considerar-me um leitor de Araguaia, Tocantins ou – suprema vaidade – um leitor amazônico.

HOUVE um tempo em que me debrucei sobre os gregos, a Eneida eu a comprei num livrinho barato dessas editoras (livro de bolso), creio que Ediouro. Eu quebrei-o em pedaços que levava comigo no trajeto até o trabalho. E assim fui substituindo os “pedaços” até o final do longo poema Virgiliano. Vieram outros da mesma safra e preço.

COM a biblioteca Pública de Porto Alegre, vieram-me os livros emprestados e lidos durante as noites frias da cidade de Dyonélio Machado (ou por onde ainda passeava o poeta-anjo e suas heras, Mário Quintana). Uma das fases mais interessantes deste período ficou-me gravada – a leitura das fantasias de J. L. Borges e seu amigo Adolfo (Bioy Casares).

JÁ ganhava alguns trocados a mais e pude começar minha coleção de livros que ia alinhando nas prateleiras de minha casa (apartamento) em Porto Alegre. Os sebos sempre foram uma fonte acessível e me deram a Comédia Humana de Balzac em estado de seminovos. Dias e noites de boa leitura. Cartas, anotações, paixão.

Minha mulher não teve dúvida, anos mais tarde, de nomear nosso lindo ‘collie’ de Balzac; a quem o amigo francês (prof M. Evreinoff), quando nos honrava com sua visita à casa do Jardim América, chamava-o por Honoré…

Comecei pensando nas leituras e na pilha de livros e nas fases para tecer-lhes a planta-baixa de minha dificuldade atual. Tenho todo o tempo do mundo para ler e não consigo palmilhar a lista interminável de livros (bons) que alinhei para a leitura, sobretudo com o apoio do curso de Filosofia que faço online.

E quando a fase de Augusto Frederico Schmidt, revisitado por seis meses, viu-se como fase passada, tenho a chance de publicar um ensaio em uma conceituada revista online, mas me sinto paralisado pela síndrome do “ensaio-que-não-sai…” 

O limite que me imponho agora é o de ouvir o ruído da ventania que me traz um dado autor (ou conjunto de autores, pois que nunca chegam sozinhos), prescrutar-lhes o sentido e a mensagem de seus (deles) livros, artigos, aulas e deixar passar um tempo, até que amadureça o bom vinho do ensaio. Ensaio que no fundo é “tentativa” de dizer algo, para além do que foi lido.

Eis um plano aceitável como limite para um leitor que tem na imortalidade posta sua esperança… E assim, o ensaio virá, digo a mim mesmo e ao amigo confrade-professor Francisco, mesmo que a fase Schmidt pareça ter visto seu (dele)

FIM.

Carlos Jordão (Entrevista) – da série “Café com Beto (1)”

UM CAFÉ VIRTUAL pressupõe uma entrevista virtual. Desde que o ficcionista Carlos Jordão me encantou com seu “Príncipe Letícia” que tento marcar um café com o Autor. Já estive bem próximo de um amigo dele, do mesmo time de primeira dos publicitários-escritores de Goiás.
AGORA, deu que uma entrevista virtual funcionou.
No diapasão da estória lida, procurei sondar a alma e as rotinas do ficcionista (par mim, Poeta-ficcionista) de alto valor. Confira no bate-bola abaixo:


Carlos Antônio Jordão (1952).Carlos Jordão_Olhares 

Entrevista ‘virtual’ para o grupo Literatura Goyaz – com Beto Queiroz, 23 SET 2015.

i. Tivesse que escrever um “guia da peregrinação sagrada”, qual o destino que escolheria?

R: De verdade, não tenho qualquer interesse em viajar. Amo Goiás, mas nem mesmo Pirenópolis eu conheço.

ii: Se voar fosse uma possibilidade humana, para onde voaria hoje?

R: Para alguns lugares do meu passado. Não por nostalgia. Para consertar algumas coisas.

iii. Perdas que machucam profundamente o autor, influenciam na sua (dele) ficção? Se sim, como é (foi) com você?

R: Sim. Expurgamos muitas de nossas perdas pela escrita. No meu caso, as perdas tornaram minha visão do mundo mais pessimista.

iv. Uma noite na história ficcional de Carlos Jordão se descreve como? (máx. 30′)

R: Se eu fosse escrever, sairiam coisas bem sinistras ou inexplicáveis.

Dois trechos de contos:

“Havia oito tipos de lobisomem. Alguns eram mansinhos. Tímidos. Pareciam vira-latas. Apenas três tipos seriam perigosos: Saco Preto, Rama e Pimenta. Depois de falar se benzeu. E daí mascou um pedaço de resina brava. Saímos em quatro turmas pelo meio do gado. Todo mundo a pé. Nossa presença trazia alguma calma”.
“Tentava dormir, mas não conseguia. Rolava de um lado para outro. Cansei daquilo e saí. Fui até o rio sob uma lua minguante. Minha mãe estava lá, em pé sob uma árvore. Parei junto dela. O rio era então uma ossada branca. Água mesmo tinha pouca”.

v. Passar da comunicação em 30 segundos para um calhamaço de 200 ou 300 páginas funde a cuca do ficcionista?

R: Para mim foi difícil. Só consegui depois de largar a publicidade. E mesmo assim precisei de 5 anos de trabalho diário. Saiu um livro horrível. Só depois disso consegui sair da cadeia e fazer algo mais prestável. Rsrs… (A publicidade, para mim, sempre foi uma cadeia). Ah, e não faria mais estórias de 200 páginas. Eu me expresso melhor correndo os 100 metros rasos. Sempre estórias curtinhas. Ainda influência da publicidade? Não sei.

vi. Publicidade ou ficção – ou ambas?

R: Publicidade, de jeito nenhum. Deus me livre. Fiz por injunção. Sempre amei a literatura, mas não tinha como me dedicar. Tentei por várias vezes conciliar os dois lados. Fracassei em todas. (O Antônio Torres conseguiu fazer bem as duas coisas).

vii. Um autor de ficção da infância (ou juventude) que você admite ter influenciado o seu estilo? E da idade madura?

R: Na infância fui muito influenciado pelas histórias de Conan Doyle. Sherlock Holmes é um ótimo começo. Depois veio o inevitável Monteiro Lobato. Minha dívida com ele é enorme. Também devo muito às histórias em quadrinhos. Lia até fotonovelas na infância, e tudo isso ecoa em meu trabalho.

Na juventude, Machado de Assis, José de Alencar, José Mauro de Vasconcelos, Jorge Luiz Borges e José j. Veiga.

Idade madura: continuam Machado de Assis e José J. Veiga, mais Stephen King, Raymond Carver e vários autores best-sellers. Gosto muito de Scott Turow.
Capa_JordàoPrincipeLeticiaAutografo

viii. O “Príncipe Letícia” pode ser uma história a transformar-se numa história dos grandes estúdios? Vejo tanto movimento de alto padrão na história e dá-me tantas voltas no pensar… Como o público tem reagido ao livro e como reagiria a um desenho animado (ou filme)?Trecho do livro O PrincipeLetícia

R: Já me falaram em desenho animado, mas não acho viável. Os grandes estúdios nunca olhariam para uma estorinha brasileira. E mais grave: Letícia é má e não vai ficar boazinha depois. Isso é inaceitável dentro do “pacote moral” de um grande estúdio. Sobre a resposta dos leitores, não tenho muitos subsídios. Vendi pouco e a maioria dos leitores não comenta. (Quem gostou, gostou muito).

ix. Jordão, o Ser incluído na história e nas estórias. Em síntese, tem uma mensagem ou uma bíblia própria.

R: Falo das minhas pulsões interiores. Nos meus quase mil contos, separados em 4 volumes(2 inéditos), repetem-se quase os mesmos problemas: o susto diante de um mundo incompreensível, a descrença na viabilidade do ser humano, e muitas outras dúvidas. Tem mesmo alguém no volante disso aqui? E se tem, ele tem carteira? Tudo isso eu só percebo bem depois. De forma consciente, nunca tentei passar qualquer mensagem. Não gosto de literatura moralizante.

x. Crenças o ajudaram a chegar aqui? Levam você ao futuro?

R: Nenhuma crença em especial. Só mesmo o vício de escrever. De resto, tenho muita perseverança e disciplina. Escrevo todos os dias, das 7 da manhã ao meio dia. Isso inclui sábados, domingos e feriados. Escrevo na manhã de Natal. Na manhã do Ano Novo. Nesses últimos 10 anos devo ter faltado à “aula” umas 15 vezes, se tanto, e nunca por minha vontade. Não é sacrifício, é bom. E além do mais, vou ter muito tempo para dormir, depois de morto.

xi. Uma coisa que teria incluído aqui e o entrevistador não o fez?

R: Tentei ser o mais sincero possível. No mais, só quero agradecer pela oportunidade. – Carlos Antônio Jordão.Instantaneos Poéticos_Jordão

O entrevistador é quem te agradece, caro Carlos Jordão.


Encontre o escritor Carlos Jordão em Google+ ou no excelente blog que o Autor mantém sob o título de Escuridão & Medos. Aos que desejam ler uma amostra dos contos de Carlos Jordão, há também esses “Três Contos em Jornal OpçãoCultural”.
StarPedidos de livros do Autor – Email para: carlosantoniojordao@gmail.com
Livro:Aventuras do príncipe Letícia
Editora: Kelps
Ilustração e capa: Jonas Medeiros
R$20,00+despesas de correio(+- R$5,00).

(AQ).

Carlos Jordão (Entrevista) – da série “Café com Beto (1)”

UM CAFÉ VIRTUAL pressupõe uma entrevista virtual. Desde que o ficcionista Carlos Jordão me encantou com seu “Príncipe Letícia” que tento marcar um café com o Autor. Já estive bem próximo de um amigo dele, do mesmo time de primeira dos publicitários-escritores de Goiás.
AGORA, deu que uma entrevista virtual funcionou.
No diapasão da estória lida, procurei sondar a alma e as rotinas do ficcionista (par mim, Poeta-ficcionista) de alto valor. Confira no bate-bola abaixo:


Carlos Antônio Jordão (1952).Carlos Jordão_Olhares 

Entrevista ‘virtual’ para o grupo Literatura Goyaz – com Beto Queiroz, 23 SET 2015.

i. Tivesse que escrever um “guia da peregrinação sagrada”, qual o destino que escolheria?

R: De verdade, não tenho qualquer interesse em viajar. Amo Goiás, mas nem mesmo Pirenópolis eu conheço.

ii: Se voar fosse uma possibilidade humana, para onde voaria hoje?

R: Para alguns lugares do meu passado. Não por nostalgia. Para consertar algumas coisas.

iii. Perdas que machucam profundamente o autor, influenciam na sua (dele) ficção? Se sim, como é (foi) com você?

R: Sim. Expurgamos muitas de nossas perdas pela escrita. No meu caso, as perdas tornaram minha visão do mundo mais pessimista.

iv. Uma noite na história ficcional de Carlos Jordão se descreve como? (máx. 30′)

R: Se eu fosse escrever, sairiam coisas bem sinistras ou inexplicáveis.

Dois trechos de contos:

“Havia oito tipos de lobisomem. Alguns eram mansinhos. Tímidos. Pareciam vira-latas. Apenas três tipos seriam perigosos: Saco Preto, Rama e Pimenta. Depois de falar se benzeu. E daí mascou um pedaço de resina brava. Saímos em quatro turmas pelo meio do gado. Todo mundo a pé. Nossa presença trazia alguma calma”.
“Tentava dormir, mas não conseguia. Rolava de um lado para outro. Cansei daquilo e saí. Fui até o rio sob uma lua minguante. Minha mãe estava lá, em pé sob uma árvore. Parei junto dela. O rio era então uma ossada branca. Água mesmo tinha pouca”.

v. Passar da comunicação em 30 segundos para um calhamaço de 200 ou 300 páginas funde a cuca do ficcionista?

R: Para mim foi difícil. Só consegui depois de largar a publicidade. E mesmo assim precisei de 5 anos de trabalho diário. Saiu um livro horrível. Só depois disso consegui sair da cadeia e fazer algo mais prestável. Rsrs… (A publicidade, para mim, sempre foi uma cadeia). Ah, e não faria mais estórias de 200 páginas. Eu me expresso melhor correndo os 100 metros rasos. Sempre estórias curtinhas. Ainda influência da publicidade? Não sei.

vi. Publicidade ou ficção – ou ambas?

R: Publicidade, de jeito nenhum. Deus me livre. Fiz por injunção. Sempre amei a literatura, mas não tinha como me dedicar. Tentei por várias vezes conciliar os dois lados. Fracassei em todas. (O Antônio Torres conseguiu fazer bem as duas coisas).

vii. Um autor de ficção da infância (ou juventude) que você admite ter influenciado o seu estilo? E da idade madura?

R: Na infância fui muito influenciado pelas histórias de Conan Doyle. Sherlock Holmes é um ótimo começo. Depois veio o inevitável Monteiro Lobato. Minha dívida com ele é enorme. Também devo muito às histórias em quadrinhos. Lia até fotonovelas na infância, e tudo isso ecoa em meu trabalho.

Na juventude, Machado de Assis, José de Alencar, José Mauro de Vasconcelos, Jorge Luiz Borges e José j. Veiga.

Idade madura: continuam Machado de Assis e José J. Veiga, mais Stephen King, Raymond Carver e vários autores best-sellers. Gosto muito de Scott Turow.
Capa_JordàoPrincipeLeticiaAutografo

viii. O “Príncipe Letícia” pode ser uma história a transformar-se numa história dos grandes estúdios? Vejo tanto movimento de alto padrão na história e dá-me tantas voltas no pensar… Como o público tem reagido ao livro e como reagiria a um desenho animado (ou filme)?Trecho do livro O PrincipeLetícia

R: Já me falaram em desenho animado, mas não acho viável. Os grandes estúdios nunca olhariam para uma estorinha brasileira. E mais grave: Letícia é má e não vai ficar boazinha depois. Isso é inaceitável dentro do “pacote moral” de um grande estúdio. Sobre a resposta dos leitores, não tenho muitos subsídios. Vendi pouco e a maioria dos leitores não comenta. (Quem gostou, gostou muito).

ix. Jordão, o Ser incluído na história e nas estórias. Em síntese, tem uma mensagem ou uma bíblia própria.

R: Falo das minhas pulsões interiores. Nos meus quase mil contos, separados em 4 volumes(2 inéditos), repetem-se quase os mesmos problemas: o susto diante de um mundo incompreensível, a descrença na viabilidade do ser humano, e muitas outras dúvidas. Tem mesmo alguém no volante disso aqui? E se tem, ele tem carteira? Tudo isso eu só percebo bem depois. De forma consciente, nunca tentei passar qualquer mensagem. Não gosto de literatura moralizante.

x. Crenças o ajudaram a chegar aqui? Levam você ao futuro?

R: Nenhuma crença em especial. Só mesmo o vício de escrever. De resto, tenho muita perseverança e disciplina. Escrevo todos os dias, das 7 da manhã ao meio dia. Isso inclui sábados, domingos e feriados. Escrevo na manhã de Natal. Na manhã do Ano Novo. Nesses últimos 10 anos devo ter faltado à “aula” umas 15 vezes, se tanto, e nunca por minha vontade. Não é sacrifício, é bom. E além do mais, vou ter muito tempo para dormir, depois de morto.

xi. Uma coisa que teria incluído aqui e o entrevistador não o fez?

R: Tentei ser o mais sincero possível. No mais, só quero agradecer pela oportunidade. – Carlos Antônio Jordão.Instantaneos Poéticos_Jordão

O entrevistador é quem te agradece, caro Carlos Jordão.


Encontre o escritor Carlos Jordão em Google+ ou no excelente blog que o Autor mantém sob o título de Escuridão & Medos. Aos que desejam ler uma amostra dos contos de Carlos Jordão, há também esses “Três Contos em Jornal OpçãoCultural”.
StarPedidos de livros do Autor – Email para: carlosantoniojordao@gmail.com
Livro:Aventuras do príncipe Letícia
Editora: Kelps
Ilustração e capa: Jonas Medeiros
R$20,00+despesas de correio(+- R$5,00).

(AQ).

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Fonte: Literatura Goyaz: Antologia | Kickante