Casamento de cecilia & hugo

Uma cerimônia para não esquecer jamais…

Ao final da tarde de 31 de maio de 2015, ontem, minha filha Cecília recebeu Hugo Rodrigues Lima como seu marido em cerimônia maravilhosa e simples em nossa casa, sob o olhar de  familiares e amigos dos noivos.
Fim-De-TardeCasamentoCeci&Hugo
Emily Dickinson, Love
Trad. Aíla de Oliveira Gomes.
Emily Dickinson, Love, trad. Aíla de Oliveira Gomes.

Foi uma cerimônia simples mas plena de beleza e sofisticada ao gosto do casal Cecília & Hugo. E a natureza embelezou e nos premiou com um fim-de-tarde único.
A cerimônia foi presidida pelo meu compadre Marley Rocha que estava inspirado pelos Santos Anjos, tal a beleza de sua fala e ao rezarmos o Pai-Nosso havia no ar um misto da mais fraterna atmosfera familiar e cristã.
Cenas dessa tarde para guardar na memória para sempre. As fotos foram clicadas pela minha amiga-sobrinha adotiva Patrícia Quinan, a quem deixo meus sinceros agradecimentos.
Ceci&HugoWeddingCasamento CeciHugo_TioMarley
Quando convocados pelo celebrante, os “Anjos das Alianças” – meus netos Lucas & Ben Q. Foust  – entraram com segurança e inspiradosSurprised smile:
Ben & Lucas CasamentoCeciHugoBen & Lucas CasamentoCeciHugo2

A família do noivo aplaude os noivos, ao final da cerimônia…
Vê-se à direita Sr. Benedito e Sra. Edmê Rodrigues Lima, pais do noivo.Cenas do Casamento Ceci&Hugo3

Ao final da cerimônia, foto da família Queiroz com a recém-fundada Queiroz Lima:
Ceci&HugoWedding

Minha saudação aos noivos foi assim:
https://docs.google.com/document/d/1_m39RJ1ha6QxGXKVxUUyj00AJMmI9-fiw1YrjnGiz_A/edit?usp=sharing

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Dante Milano Revisitado

DANTE MILANO (1889-1991) *

Poeta Dante Milano (Portinari)
Dante Milano (1889-1991)

EM “MAR ENXUTO” navega a poesia de Dante Milano, desde que Sérgio Buarque de Holanda saudou a publicação do volume “Poesias” do Milano, lançado pela José Olympio Editora, em 1948, como algo único na paisagem do modernismo brasileiro:

“…provavelmente um dos acontecimentos mais importantes de nossa vida literária nos últimos tempos. Nada, nos seus versos, se assemelha profundamente ao que foi escrito entre nós nestes vinte e trinta anos.”

PARA este leitor, amante da Poesia, o Milano foi como uma “mensagem na garrafa” que navegou nesta “planície devastada, neste mar enxuto“, desde que me chegou às mãos e conquistou-me a imaginação poética na XXIII Feira do Livro de Porto Alegre, em 1977, no verdor dos meus 22 anos…

E tal como no rosto de Eurídice – no poema Elegia de Orfeu,  este leitor:

“Em sua face expande-se o sorriso
De quem quer ser feliz sendo mortal,
E põe sua esperança no infinito,
Devastada planície, mar enxuto,
Onde reflui o sonho do que foi,
Onde o tempo passado continua.”

Enquanto me preparo para falar o longo poema Elegia de Orfeu, aproveite estes poemas falados que gravei em Soundcloud.

*Biografia do Poeta (Enciclopedia Itaú) 
Dante Milano (Rio de Janeiro RJ 1899 – Petrópolis RJ 1991). Ainda na infância, Dante Milano sofre dificuldades financeiras após o pai, o músico Nicolino Milano (1876 – 1962), abandonar a família. Impedido de cursar o ginásio, Dante torna-se auto-didata e aprende inglês, francês e italiano. Torna-se ajudante de revisor na redação do Jornal da Manhã e, aos 17 anos, revisor na Gazeta de Notícias. Ainda na adolescência, começa a escrever seus primeiros poemas. Trabalhar no Setor de Recenseamento do Estado onde conhece o diplomata e poeta Olegário Mariano (1889 – 1958), de quem se torna grande amigo. Na década de 1920, conhece muitos intelectuais e artistas ligados ao modernismo como o poeta Manuel Bandeira (1886 – 1968) e o músico Jayme Ovalle (1894 – 1955). Organiza uma antologia de poetas modernos, publicada em 1935, e traduz algumas odes do poeta latino Horácio (65 AC – 8 AC) e cantos da Divina Comédia do poeta italiano Dante Alighieri (1265 – 1321). Apenas em 1948, com quase 50 anos, Dante Milano publica o volume Poesias, reunindo sua obra então. Faz uma única viagem fora do Rio de Janeiro, seu estado natal, para visitar o pintor Cândido Portinari (1903 – 1962) no interior de São Paulo. Funcionário público aposentado desde 1964, Dante muda-se para Petrópolis em 1985. Três anos depois, recebe o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto da obra. Morre em 1991 aos 92 anos de idade.

Comentário Crítico
Dante Milano, contemporâneo do movimento modernista, não se torna entusiasta do experimentalismo proposto pela vanguarda. Longe do lirismo cotidiano ou do poema-piada cultivados pelos modernistas da primeira geração, sua poesia procura outras fontes de referências e apresenta-se de modo bastante distinto ao leitor.

O poeta prefere adotar as formas fixas, em especial o soneto, e recuperar temas universais tais como o amor, a morte e o sonho – o tripé temático de sua obra, segundo o poeta Ivan Junqueira (1934). Por conta dessa distinção, Dante talvez tenha evitado publicar um livro de poemas nas décadas de 1920 ou 1930, realizando-o apenas na década de 1940 quando os temas universais e as formas fixas reaparecem na obra de poetas da 2ª geração modernista.

Dante Milano não participa, contudo, de nenhum grupo: sua poesia mantém uma unidade impressionante de temas, formas e estilos durante toda sua trajetória poética. Para Ivan Junqueira, Dante Milano participa de uma tradição de “poetas do pensamento emocionado”. Conjugando emoção e pensamento, percebe-se na poesia de Dante Milano uma predominância do símile sobre a metáfora, ou seja, há mais comparações diretas e transparentes do que imagens misteriosas e/ou fantásticas. (c)Enciclopédia Itaú, cfme. link citado acima.

Minha crônica em revista bula

Convido você a ler e comentar minha crônica de maio em revista Bula.
Os olhos da alma que se debruçam sobre o horror como que se emudecem — molhados e tristonhos, quando cedem à tentação de espiar o cortejo dos crimes como espetáculo, divulgados na web. Decrescemos em humanidade quando soçobramos, cedendo à tentação midiática, e damos uma espiadela nos porões do espetáculo de horror em que se tornou nossa política internacional, de guerra a guerra, passando do hediondo à catástrofe em dois quadros rápidos do noticiário na TV. “

(Para continuar lendo, clique sobre a figura!)

Bula_Maio2015

O poeta-empresário Augusto F. Schmidt revisitado

Slides da Palestra na 1a.Noite Cultural Acieg/Ube-GO, Goiânia, 21 de maio de 2015.

Desde os 14 anos, uma vida dedicada ao Comércio
As múltiplas ações: faces do poeta: o articulista e o empresário bem-sucedido, que se fez com muito trabalho, que nunca teve inimigos, mas que arrumou um “Lacerda” como oponente irascível e polemista incansável…
Rompendo o 'círculo de silêncio
Clique para ver os slides da palestra!
O grande lírico, o
O grande lírico, o “poeta-gordo“, o poeta do amor, do mar, da morte. “O poeta  de Deus” mas capaz de versos de erotismo velado…

Revista LINK ACIEG destaca evento Homenagem a Schmidt.

Revista Link Acieg, Maio, 2015
Evento é destaque da revista de entidade dos comerciantes de Goiás. 

Motivação, segundo Ortega Y Gasset

Ortega Y Gasset, Um espectador privilegiado e talentoso.
O que é um Homem Culto, qual o papel da Cultura?
“Pienso que no debiera llamarse culto sino al hombre que ha tomado posesión de todo sí mismo. Cultura es fidelidad consigo mismo, una actitud de religioso respeto hacia nuestra propia y personal vida. Decía Goethe que no podía estimar a un hombre que no llevase un diario de sus jornadas. El detalle del diario puede abandonarse; pero reservemos la aguda verdad diamantina que envulve esa frase. Un ser que desprecia su propia realidad no puede ‘verdaderamente’ estimar nada ni haber en él nada verdad. Su ideas, sus actos, sus palabras tendrán sólo una calidad ilusoria: no serán nunca lo que aparentan ser. No por su contenido son reales mi fe o mi duda, sino como trozos de mi vida personal. Un hombre que no cree en sí mismo no puede creer en Dios.
“La norma de llevar un diario que Goethe nos propone es muy significativa. Equivale a la indicación de que no dejemos trasvolar nuestro ayer sin subrayarlo, y a que el mañana, saliéndonos al encuentro, nos halle prevenidos, bien dispuestos los odres para recibir lo que nos traiga. Dando de este modo frecuente reviviscencia a todo lo que fuimos y lo que aspiramos a ser, vivimos en actual y plenaria posesíon de nuestra vida y la hacemos gravitar íntegra sobre cada hora transeúnte.
“Yo creo que todo hombre superior ha tenido esta faculdad de asistir a su propia existencia, de vivir un poco inclinado sobre su propia vida, en actitud a la vez de espectador exigente y de investigador alerta, pronto a corregir una desviación o desperfecto, presto al aplauso y al silbido. Y esto debe ser la vida de cada cual: a la vez un armonioso espectáculo y un valiente experimento.
(1916)

Assim foi a “1a. Noite Cultural Acieg/Ube-GO – Homenagem a Augusto Frederico Schmidt

Lvireto-memória Evento

AMIGOS da Acieg e da Ube; diletos associados e escritores – recebam meu mais sincero “Muito Obrigado!” pela acolhida e o carinho que demonstraram participando da organização e da celebração da 1a. Noite Cultural – “Homenagem a Augusto Frederico Schmidt”.

À Fundação Yedda & Augusto, meu muito obrigado por repercutir.
Aos parceiros do evento, um super-Obrigado, em especial a Mário Zeidler Filho e Editora Livraria Caminhos.

Homenagem a Augusto Frederico Schmidt (pág.1)
Homenagem a Augusto Frederico Schmidt (pág.1). Editora Caminhos.Acieg/Ube.Org.  Adalberto de Queiroz.

Que venham outras noitadas de poesia na Acieg.
Saiba como foi o evento no site da Acieg.
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Colagem Schmidt, Acieg
Colagem de momentos da Homenagem a Augusto Frederico Schmidt, Acieg, Goiânia, 21/MAI/2015.


**Obs.: Sobre o Poema Falado do vídeo –

Trechos de Soneto sobre a Luz (e não ‘Luz do Mar’, como os técnicos fizeram constar sobre o vídeo).

Poema Falado – vídeo.

Faltam 3 dias

Manuel Bandeira Soneto a Schmidt
De Manuel Bandeira para Augusto Frederico Schmidt.

Manuel vem-nos lembrar que a homenagem ao ‘poeta de Deus’ é
devida e merecida.
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Em 3 dias, vamos nos reunir para celebrar a poesia de Schmidt, lembrando 50 Anos em 1 noite…

Convite Evento Acieg Shmidt
Acieg e Ube apresentam
Homenagem ao Poeta
Augusto Frederico Schmidt e Lançamento de livro de Ortega Y Gasset com o professor Ricardo Araújo.