Capacitação para a leitura de um grande poeta
- mal compreendido por alguns e ignorado pela mídia esquerdista do Brasil.
Bruno Tolentino | Dicta & Contradicta
14 sábado jan 2012
Posted in Bruno Tolentino, Poesia
14 sábado jan 2012
Posted in Bruno Tolentino, Poesia
Capacitação para a leitura de um grande poeta
- mal compreendido por alguns e ignorado pela mídia esquerdista do Brasil.
12 sábado nov 2011
Posted in João Cabral De Mello Neto, Poesia
“A luz, o sol, o ar livre
envolvem o sonho do engenheiro.
O engenheiro sonha coisas claras:
superfícies, tênis, um copo de água.
O lápis, o esquadro, o papel;
o desenho, o projeto, o número:
o engenheiro pensa o mundo justo,
mundo que nenhum véu encobre.”
+++++
Fonte: João Cabral de Mello Neto “O Engenheiro”
09 sexta-feira set 2011
Posted in Catolicismo, Murilo Mendes, Poesia
REGINA PACIS
Rosa branca do universo, desejada dos povos,
À tua passagem os elementos confabulam.
Através das gerações teu poder se ampliou,
Maria anunciada muito antes de nasceres,
Anunciada pelo homem, pelas aves do campo,
Pela estrela da manhã, pelo sopro de Deus.
Ó tu que percorreste vales e montanhas
Pra estreitar Isabel naquele abraço humano,
Atravessa este mundo mineral e de luta,
Ó Maria admirável, nossa glória, nosso ímã.
Ubíqua Maria, visita o universo de ponta a ponta
E une todos os homens, num abraço elétrico.
++++
Fonte: MENDES, Murilo. Poesia e Prosa Completa, Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1995. P.325 – “As Metamorfoses”.
Este post é dedicado a minha Amiga MEG. Minha prece é que “Deus te proteja, dileta amiga, pois como dizia S. Bento: “de dei misericordia nunquam desperare”.
06 sexta-feira mar 2009
Posted in Catolicismo, Murilo Mendes, Poesia
Murilo Mendes:
SANTORO*
(…)
(…)
Roma, 1971. *Extraído de “Murilo Mendes. Poesia Completa e Prosa” (vol. único), Org. Luciana Stegagno Picchio, Edit. Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1995. Pág. 1333.
05 sábado jul 2008
Posted in Poesia
Pré-História
Mamãe vestida de rendas
Tocava piano no caos.
Uma noite abriu as asas
Cansada de tanto som,
Equilibrou-se no azul,
De tonta não mais olhou
Para mim, para ninguém!
Cai no álbum de retratos.
+++++
Fonte: “Murilo Mendes, Antologia Poética”, pág. 19. Editora Fontana/Mec, 1966 (devo este maravilhoso volume à generosidade de meu amigo Rodrigo Pedroso).