Transcrevendo: Catholicseeking: Memorial of St. John Neumann, bispo da Filadélfia.

Para saber +: http://www.stjohnneumann.org/
18 quarta-feira jan 2012
Posted in Catolicismo
Transcrevendo: Catholicseeking: Memorial of St. John Neumann, bispo da Filadélfia.

Para saber +: http://www.stjohnneumann.org/
10 sábado dez 2011
Posted in Bruno Tolentino, Catolicismo, Poesia
II.70 – Bruno Tolentino em “A Imitação do Amanhecer”, Ed. Globo 2006:
“Tudo irá dar no ponto certo, Deus é Amor
E Agrippa d’Aubigné não marcou sua rota
para chegar ao porto por um deus idiota
ou um cometa já morto! Que vá por onde for
a quermesse dos doidos, todos hão de depor
seus balaios de perdas-e-ganhos, sua cota
de ouro oco ou de estanho, e tudo, nota a nota,
terá seu troco pelas mãos do Criador.
Por enquanto é o adeus de tudo a tudo, agora
é a hora do sol-pôr. Não importa se dura,
nada pode durar mais que a dor que não chora,
a dor dos olhos mansos que espiam a criatura
em seu instante coletivo de loucura…
Ora pro nobis, Virgem-Mãe Nossa Senhora! “
+++++
Sobre Agrippa d’Aubigné : http://bit.ly/tUnxkX (Livro cit. pág. 167).
16 domingo out 2011
Posted in Catolicismo, Cristianismo, Seleta
“(…) Toda pessoa que realiza um trabalho de valor adquire certo direito a ser chamado de artista” – do simples escriturário ao grande general ou um bem-sucedido homem de negócios, todos eles “realizam sua atividade de uma forma que, “em certo sentido podemos dizer “artística”.
Essa afirmação do ex-industrial, engenheiro têxtil e escritor austríaco coincide com a afirmação de Santo Tomás quando fala sobre o ofício do sábio e o liga às ‘artes’ (ofícios) e à sua ordenação:
“…Todos quantos têm o ofício de ordenar as coisas em função de uma meta devem haurir desta meta a regra do seu governo e da ordem que criam, uma vez que todo ser só ocupa o seu devido lugar quando é devidamente ordenado ao seu fim, já que o fim (finalidade) constitui o bem de todas as coisas…
“Assim também acontece no setor das artes. Constatamos, efetivamente, que uma arte, detentora de um fim, desempenha em relação a uma outra arte o papel de reguladora e, por assim dizer, de princípio. A medicina, p.ex., preside à farmacologia e a regula, pelo fato de que a saúde, que é o objeto da medicina, constitui a meta ou o objetivo de todos os remédios cuja composição compete à farmacologia. (…)
E assim, S. Tomás conclui por chamar de sábios (artistas) o mestre dos mares (o piloto dos navios), o construtor destes, o grande general, a cavalaria e os fornecimentos militares, os arquitetos … e os mestres dos ofícios que presidem os demais, a esses denomina Tomás ‘arquitetos’ que fazem jus ao nome de sábios… mas isso é outra estória (para a qual voltarei em breve!). Cito, repentindo Tomás: I Cor. 3:10-11 quando S.Paulo afirma de si mesmo (com a humildade ou loucura dos santos!) que “Segundo a Graça que Deus me deu, como sábio arquiteto lancei o fundamento, mas outro edifica sobre ele. Quanto ao Fundamento, ninguém pode pôr outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo.”
E Louvado Seja N.Senhor Jesus Cristo!
+++++
Fontes: BROCH, Hermann. “Poesia e Investigacion”. Barral Edit., Barcelona, 1974. pág.406-7. DE AQUINO, Santo Tomás (e Dante Alighieri). Ed. Nova Cultural. Trad. Luiz J Baraúna, S.Paulo, 1988, pág. 59/60.
21 quinta-feira abr 2011
Posted in Catolicismo, Cristianismo
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Passando a semana Santa em BSB, me volto pra internet, d’onde nos chegam as penitências e vivências católicas que tanto me humilham com minha absoluta falta de penitência ao celebrar esta Semana Santa (não explica, mas justifica que tenhamos passado por um período de penitência no antes e durante parte da Quaresma!).
Queria (se pudesse) estar com essa cruz às costas, mas, sabendo-me incapaz, continuo a apreciar muito a arte e manifestação de Fé de nossa gente Católica.
HOJE, 22.04.11, me deparo com esse texto sobre o significado da Páscoa, no blog do poeta e pensador cristão Armindo Trevisan, cujo blog tem outras pérolas.
Vale a pena ler este também: um maravilhoso texto sobre o Batismo cristão.
13 segunda-feira jul 2009
Posted in Bernanos, Escritores Católicos Franceses, Francofonia
“De que vale ter razão em um jornal sem leitores”
(“Qu´importe d´avoir raison dans un journal sans lecteurs?”)
G. Bernanos, em carta à François Coty, em “Correspondences” 1904-1934, Plon, 1932, pág. 455 – tomo I .
“Le péché est froid et noir. La volupté un amoindrissement, un arrachment. Satan un maître en supplices… Qui vous attire ? Qui nous retient ?
Mais quoi ! Mais il faut humilier son âme !”G. Bernanos, em carta à Un Ami (non identifié), em “Correspondences”, 1904-1934, Plon, 1932, pág. 230 – tomo I .
*O pecado é frio e negro. A volúpia é uma forma de se apequenar e se afligir. Satanás é mestre do suplício… Quem vos atrai, quem nos retém… Finalmente, o quê? No fundo o que ele quer é humilhar sua alma.”
[O pecado como algo "frio e escuro n´alma" me lembra Julien Green em seu Mont Cinère. O fogo (la flamme infernale) consumindo tudo. O pecador em meio ao frio e à avareza de não aquecer a casa...]
+++“Réellement, je ne suis pas à l´aise dans la joie : j´ai toujours besoin de m ´arracher.”
["De fato, nunca fico muito à vontade com a felicidade. Tenho sempre a necessidade de me afligir"]
G. Bernanos, em carta à Un Ami (non identifié), em Correspondences, 1904-1934, Plon, 1932, pág. 230 – tomo I .
“J´ai été à Lourdes. Je n´y ai pas trouvé beaucoup d´apaisement, mais cela même était prévu. Je ne veux pas faire toilette pour Notre-Dame, me me suis présenté tel quel, et si misérable et angoissé qu´elle a pu me prendre, peut-être en pitié”
["Estive em Lurdes. Lá não encontrei a pacificação de minha alma, mas isso já era previsto. Não quero me arrumar pra Nossa Senhora. Eu me apresentei como sou: tão miserável e angustiado que Ela pôde me tomar em suas mãos e, quem sabe, em sua Piedade!"]
G. Bernanos, em carta à Henri Massis, em “Correspondences”, 1904-1934, Plon, 1932, pág. 249/250 – tomo I .“Mouchette… cette petite âme écrasée” (Paul Claudel, embaixador da França no Japão, em carta a Bernanos, 1926, sobre Le Soleil de Satan… prometo reproduzir a carta inteiramente, em breve!)
Eu afirmo: Ô ! Grand frère Georges, “Je crois en vous plus que jamais…” (Jul.09).