agosto 2011

  • Emily Dickinson e a luz

    I’ll tell you how the sun rose –A Ribbon at a time –The steeples swam in Amethyst –The news like squirrels ran. The hills untied their Bonnets –The Bobolinks – begun.Then I said softly to myself –“That must have been… Continue reading

  • Quando dor rima com amor: salva-nos Emily Dickinson

    Mes chers amis, Numa semana em que passei frequentando médicos e clínicas, fazendo exames e sendo paciente em cada espera de hospital, pensei em minha poeta predileta por muitas vezes. “Pain has an element in blank”  declara Emily em poema… Continue reading

  • “Grande Sertão: Veredas” visto (e relido) na França*

    Com este título, o único romance publicado por João Guimarães Rosa há 54 anos, o livro brasileiro continua apaixonando e desafiando leitores ao redor do mundo. Além do mérito de “superar o isolamento das literaturas ditas ‘pequenas’, como sublinha Otto… Continue reading

  • “Grande Sertão: Veredas” visto (e relido) na França*

    Com este título, o único romance publicado por João Guimarães Rosa há 54 anos, o livro brasileiro continua apaixonando e desafiando leitores ao redor do mundo. Além do mérito de “superar o isolamento das literaturas ditas ‘pequenas’, como sublinha Otto… Continue reading

  • O poema do rato*

    The Rat is the concisest Tenant O rato é o inquilino mais conciso He pays no Rent Não paga aluguel – Repudiates the Obligation – Repudia o compromisso; On schemes intent Atento ao ardil. Baling our Wit Frustra nossa astúcia… Continue reading