<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Presença e permanência de Georges Bernanos</title>
	<atom:link href="http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/</link>
	<description>Reinvento Forma-Fundo: LEVEZA E ESPERANÇA CRISTÃ!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Apr 2012 13:35:59 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Sergio Luís</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-1187</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sergio Luís]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 20:39:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-1187</guid>
		<description><![CDATA[Hilton,
Sobre Octávio de Faria, do qual leio hoje Mundos Mortos, que integra a Tragédia Burguesa, acho que não se compara a Bernanos... Bernanos é fogo puro, carrega a marca do gênio; O Pároco de Aldeia, segundo Maulraux, é o maior romance escrito em línguas francesa de todos os tempos... Octávio é um tesouro a ser redescoberto, mas creio que fica bem abaixo de Bernanos...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hilton,<br />
Sobre Octávio de Faria, do qual leio hoje Mundos Mortos, que integra a Tragédia Burguesa, acho que não se compara a Bernanos&#8230; Bernanos é fogo puro, carrega a marca do gênio; O Pároco de Aldeia, segundo Maulraux, é o maior romance escrito em línguas francesa de todos os tempos&#8230; Octávio é um tesouro a ser redescoberto, mas creio que fica bem abaixo de Bernanos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hilton Valeriano</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-1104</link>
		<dc:creator><![CDATA[Hilton Valeriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 10:49:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-1104</guid>
		<description><![CDATA[No Brasil temos sim um grande romancista à altura de Georges Bernanos: Octávio de Faria. Mas infelizmente marginalizado pela crítica e precisando de uma nova reedição de sua grandiosa Tragédia Burguesa. Um abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil temos sim um grande romancista à altura de Georges Bernanos: Octávio de Faria. Mas infelizmente marginalizado pela crítica e precisando de uma nova reedição de sua grandiosa Tragédia Burguesa. Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Memória: Bernanos no Brasil (ii) &#171; Adalberto de Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-720</link>
		<dc:creator><![CDATA[Memória: Bernanos no Brasil (ii) &#171; Adalberto de Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 19:14:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-720</guid>
		<description><![CDATA[[...] a uma questão proposta pelo ensaista e crítico francês Juan Asensio, argumentando pela &#8220;Presença e Permanência de Georges Bernanos&#8220; Agora, me caiu às mãos um texto em mídia de um livro já comentado antes aqui: [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a uma questão proposta pelo ensaista e crítico francês Juan Asensio, argumentando pela &#8220;Presença e Permanência de Georges Bernanos&#8220; Agora, me caiu às mãos um texto em mídia de um livro já comentado antes aqui: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adalberto De Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-559</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adalberto De Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 13:32:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-559</guid>
		<description><![CDATA[Bonjour, Juan:
Je vous remercie de tout mon coeur. 
Vive l&#039;amitie Franco-bresilienne!
Fraternellement,
BetoQ.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bonjour, Juan:<br />
Je vous remercie de tout mon coeur.<br />
Vive l&#8217;amitie Franco-bresilienne!<br />
Fraternellement,<br />
BetoQ.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Stalker</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-558</link>
		<dc:creator><![CDATA[Stalker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:03:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-558</guid>
		<description><![CDATA[Et, pardon, puisque je dois l&#039;une de ces deux traductions à Henri Carrières, je le salue ici !]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Et, pardon, puisque je dois l&#8217;une de ces deux traductions à Henri Carrières, je le salue ici !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Stalker</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-557</link>
		<dc:creator><![CDATA[Stalker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:02:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-557</guid>
		<description><![CDATA[Merci pour vos commentaires : je vous comprends assez bien mais ne sais absolument pas parler votre belle langue (et encore moins l&#039;écrire).
Je l&#039;aime tellement que deux de mes textes ont été traduits pour vous :
La Route de Cormac McCarthy, un très grand roman, ici : 

http://stalker.hautetfort.com/archive/2008/09/24/a-estrada-de-cormac-mccarthy.html

et une longue étude sur le démoniaque dans Monsieur Ouine :

http://casoual.wordpress.com/2009/04/12/nas-malhas-dos-textos-xxv-2/

Cordialement.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Merci pour vos commentaires : je vous comprends assez bien mais ne sais absolument pas parler votre belle langue (et encore moins l&#8217;écrire).<br />
Je l&#8217;aime tellement que deux de mes textes ont été traduits pour vous :<br />
La Route de Cormac McCarthy, un très grand roman, ici : </p>
<p><a href="http://stalker.hautetfort.com/archive/2008/09/24/a-estrada-de-cormac-mccarthy.html" rel="nofollow">http://stalker.hautetfort.com/archive/2008/09/24/a-estrada-de-cormac-mccarthy.html</a></p>
<p>et une longue étude sur le démoniaque dans Monsieur Ouine :</p>
<p><a href="http://casoual.wordpress.com/2009/04/12/nas-malhas-dos-textos-xxv-2/" rel="nofollow">http://casoual.wordpress.com/2009/04/12/nas-malhas-dos-textos-xxv-2/</a></p>
<p>Cordialement.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adalberto De Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-556</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adalberto De Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:22:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-556</guid>
		<description><![CDATA[Obrigado, F. Escorsim!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, F. Escorsim!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adalberto De Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-555</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adalberto De Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:21:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-555</guid>
		<description><![CDATA[Obrigado, Sérgio. Que bom você ter gostado.
Ave, Bernanos!
AQ.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Sérgio. Que bom você ter gostado.<br />
Ave, Bernanos!<br />
AQ.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adalberto De Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-554</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adalberto De Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:56:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-554</guid>
		<description><![CDATA[Obrigado pela visita Henri. Notei que você tem familiaridade com a língua e a literatura francesas, tendo inclusive vertido artigos do Juan Asensio, do Francês para o Português... Parabéns!
Sua contribuição com o exemplo de Maistre é outra ilustração do que se perde em menos de um século, por conta das ondas jornalísticas.
É por amor à obra de G.B. (e pela curiosidade intelectual sobre o polemista cristão) que continuo escrevendo sobre a sua (dele) obra, com o ganho supletivo do prazer de me aprofundar na leitura (principalmente no original), donde sempre tiro lições da boa escrita e dessa &quot;consciência alerta e intransigente - sim, sim, &quot;no melhor sentido do termo&quot;. 
Uma curiosidade: como você teve acesso à revista &quot;A Ordem&quot; (de Jackson, Alceu e Corção)?
Fraternellement,
Beto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela visita Henri. Notei que você tem familiaridade com a língua e a literatura francesas, tendo inclusive vertido artigos do Juan Asensio, do Francês para o Português&#8230; Parabéns!<br />
Sua contribuição com o exemplo de Maistre é outra ilustração do que se perde em menos de um século, por conta das ondas jornalísticas.<br />
É por amor à obra de G.B. (e pela curiosidade intelectual sobre o polemista cristão) que continuo escrevendo sobre a sua (dele) obra, com o ganho supletivo do prazer de me aprofundar na leitura (principalmente no original), donde sempre tiro lições da boa escrita e dessa &#8220;consciência alerta e intransigente &#8211; sim, sim, &#8220;no melhor sentido do termo&#8221;.<br />
Uma curiosidade: como você teve acesso à revista &#8220;A Ordem&#8221; (de Jackson, Alceu e Corção)?<br />
Fraternellement,<br />
Beto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Henri Carrières</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2009/10/20/presenca-de-georges-bernanos/#comment-553</link>
		<dc:creator><![CDATA[Henri Carrières]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 04:59:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://betoqueiroz.com/?p=1367#comment-553</guid>
		<description><![CDATA[Prezado Adalberto,
Li com grande interesse sua apreciação, também publicada no espaço de Juan Asensio, sobre a posteridade de Bernanos em nosso país. Freqüento já há muitos anos as obras desse formidável autor e, como você, não acredito que tenha deixado &quot;sucessores&quot; nas letras brasileiras, apesar da influência importante que exerceu, em seu tempo, no meio intelectual pátrio, bem registrada nos depoimentos de _Bernanos no Brasil_, ao qual você faz referência. Observe que situação mais ou menos semelhante ocorreu com Joseph de Maistre, outro escritor de expressão francesa que pertence à mesma família de Bernanos, a dos católicos ditos “reacionários”. Maistre foi muito lido no Império - o bispo dom Romualdo Seixas o citava em seus sermões - e, depois, nas primeiras décadas da República. A revista “A Ordem”, antes da morte de Jackson de Figueiredo, sempre trazia material a seu respeito. Hoje em dia, porém, no Brasil, parece-me que o interesse em Maistre continua vivo apenas na academia. Não sei se existe a mesma curiosidade universitária em relação a Bernanos. Seja como for, e novamente na linha do seu artigo, a obra de Bernanos há de sobreviver em seus leitores brasileiros da forma mais importante: como testemunho imortal de uma consciência alerta e intransigente, no melhor sentido do termo.
Um cordial abraço,
Henri Carrières]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Adalberto,<br />
Li com grande interesse sua apreciação, também publicada no espaço de Juan Asensio, sobre a posteridade de Bernanos em nosso país. Freqüento já há muitos anos as obras desse formidável autor e, como você, não acredito que tenha deixado &#8220;sucessores&#8221; nas letras brasileiras, apesar da influência importante que exerceu, em seu tempo, no meio intelectual pátrio, bem registrada nos depoimentos de _Bernanos no Brasil_, ao qual você faz referência. Observe que situação mais ou menos semelhante ocorreu com Joseph de Maistre, outro escritor de expressão francesa que pertence à mesma família de Bernanos, a dos católicos ditos “reacionários”. Maistre foi muito lido no Império &#8211; o bispo dom Romualdo Seixas o citava em seus sermões &#8211; e, depois, nas primeiras décadas da República. A revista “A Ordem”, antes da morte de Jackson de Figueiredo, sempre trazia material a seu respeito. Hoje em dia, porém, no Brasil, parece-me que o interesse em Maistre continua vivo apenas na academia. Não sei se existe a mesma curiosidade universitária em relação a Bernanos. Seja como for, e novamente na linha do seu artigo, a obra de Bernanos há de sobreviver em seus leitores brasileiros da forma mais importante: como testemunho imortal de uma consciência alerta e intransigente, no melhor sentido do termo.<br />
Um cordial abraço,<br />
Henri Carrières</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

