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	<title>Comentários sobre: Green light?</title>
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	<description>My friends are my ‘estate‘/My country is Truth (Emily Dickinson)</description>
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		<title>Por: Minhas leituras em 2008 &#171; Adalberto de Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2008/01/17/green-light/#comment-288</link>
		<dc:creator><![CDATA[Minhas leituras em 2008 &#171; Adalberto de Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:17:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Um comentário mal-humorado aqui, mas confesso que preciso rever. Eu me deixei influenciar por um certo mal-estar do mestre Carpeaux a respeito de Green. Hoje, pensando sobre a força de Mont-Cinère, dos personagens que não me deixam nunca, nos quais penso intensamente quando os temas são avareza e egoísmo. Talvez a cadeira de Mauriac tenha sido muito bem ocupada (e depois abandonada!) por Green na Academie Française. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Um comentário mal-humorado aqui, mas confesso que preciso rever. Eu me deixei influenciar por um certo mal-estar do mestre Carpeaux a respeito de Green. Hoje, pensando sobre a força de Mont-Cinère, dos personagens que não me deixam nunca, nos quais penso intensamente quando os temas são avareza e egoísmo. Talvez a cadeira de Mauriac tenha sido muito bem ocupada (e depois abandonada!) por Green na Academie Française. [...]</p>
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		<title>Por: Adalberto Queiroz</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2008/01/17/green-light/#comment-186</link>
		<dc:creator><![CDATA[Adalberto Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 17:55:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem-Vinda, Otília.
Fico feliz com sua visita. Gostaria muito de conhecer esse volume (La Fin d´un Monde).
Volte sempre a esse meu cantinho de resenhas e testemunhos de minha vida com a arte, a literatura, as viagens e com o Sagrado.
Amitiés,
BetoQ.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-Vinda, Otília.<br />
Fico feliz com sua visita. Gostaria muito de conhecer esse volume (La Fin d´un Monde).<br />
Volte sempre a esse meu cantinho de resenhas e testemunhos de minha vida com a arte, a literatura, as viagens e com o Sagrado.<br />
Amitiés,<br />
BetoQ.</p>
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		<title>Por: Otília</title>
		<link>http://betoqueiroz.com/2008/01/17/green-light/#comment-184</link>
		<dc:creator><![CDATA[Otília]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 15:46:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apesar de ser já tão fora de tempo (se olharmos para a data em que o Adalberto escreveu este texto sobre Julien Green, não resisto a dizer-lhe (deste cantinho à beira-mar plantado que é Portugal) que para mim, que estudei em França e trabalhei sobre esse autor 17 anos seguidos (é obra! nem sei como não me internaram num manicómio...)é sempre com algum espanto que vejo referências ao homem e à obra vindos dos mais diversos quadrantes. Com efeito, acabei por denvolver, com o autor e a obra, &quot;uma relação de amor-ódio&quot; que não me deixa separar-me dele, ainda hoje, apesar de ter, para bem da minha saúde mental, diversificado os meus interesses investigativos. Mais ainda: pelo Adalberto, acabo de saber que até há quem escreva poemas sobre o J. Green! Quem ia gostar de saber era o &quot;filho-herdeiro&quot; Eric Jourdan!!! 
A propósito, conhece a parte do Diário (o mais volumoso da história da lietratura mundial)em que le fala da sua passagem por Lisboa, em 1940, a caminho do &quot;exílio&quot; para os Estados-Unidos com o seu &quot;amigo&quot; Robert de Saint-Jean? Vale a pena!( &quot;La fin d&#039;un monde&quot;). Até sempre]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ser já tão fora de tempo (se olharmos para a data em que o Adalberto escreveu este texto sobre Julien Green, não resisto a dizer-lhe (deste cantinho à beira-mar plantado que é Portugal) que para mim, que estudei em França e trabalhei sobre esse autor 17 anos seguidos (é obra! nem sei como não me internaram num manicómio&#8230;)é sempre com algum espanto que vejo referências ao homem e à obra vindos dos mais diversos quadrantes. Com efeito, acabei por denvolver, com o autor e a obra, &#8220;uma relação de amor-ódio&#8221; que não me deixa separar-me dele, ainda hoje, apesar de ter, para bem da minha saúde mental, diversificado os meus interesses investigativos. Mais ainda: pelo Adalberto, acabo de saber que até há quem escreva poemas sobre o J. Green! Quem ia gostar de saber era o &#8220;filho-herdeiro&#8221; Eric Jourdan!!!<br />
A propósito, conhece a parte do Diário (o mais volumoso da história da lietratura mundial)em que le fala da sua passagem por Lisboa, em 1940, a caminho do &#8220;exílio&#8221; para os Estados-Unidos com o seu &#8220;amigo&#8221; Robert de Saint-Jean? Vale a pena!( &#8220;La fin d&#8217;un monde&#8221;). Até sempre</p>
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