A minha vida me basta. É tão grande a imaginação humana e tão profunda a forma com que Deus nos revela seu Amor que não penso em personagens: só em mim e nos meus próximos, mas não desejo voltar a ser um caixa de banco, pra não cair na velha fórmula Chestertoniana de loucura…
Minha Mãe Maria Santíssima me vale quando a imaginação tenta prevalecer: porque, afinal, a imaginação é “a doida da casa“.
Imaginação e vida
05 quinta-feira jul 2007